lugar do texto

Revisão de textos académicos, literários e técnicos
Produção de conteúdos de escrita
(letras de canções, slogans publicitários, discursos de homenagem, biografias, etc.)

VERA DE VILHENA
(autora, revisora de texto, coordenadora de oficinas de escrita criativa, vencedora do Prémio Revelação APE/Babel)

DESEJA FAZER UMA EDIÇÃO DE AUTOR OU ENVIAR UM ORIGINAL PARA UMA EDITORA? LEMBRE-SE DE QUE NÃO HÁ UMA SEGUNDA OPORTUNIDADE PARA CAUSAR UMA PRIMEIRA BOA IMPRESSÃO... NÃO SE PRECIPITE E CUIDE DA REVISÃO DA SUA OBRA COM A "LUGAR DO TEXTO"



"Uma grande surpresa, tanto na composição como na escrita. Compôs e escreveu duas canções que me assentam como uma luva. Fonte de delicadeza e elegância, assim defino a Vera de Vilhena, como pessoa e como artista."
RITA GUERRA

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Acordo Ortográfico 1

A LUGAR DO TEXTO nasceu hoje e anda a pensar nas transformações que a escrita da língua portuguesa tem sofrido. Durante muito tempo fui contra o Acordo Ortográfico. No entanto, tenho de dar a mão à palmatória, depois de pegar numa edição de 1888, de uma obra de Júlio Verne. Basta olhar para a forma como se escrevia no séc. XIX e conclui-se que a escrita está em evolução constante, o que não é necessariamente mau.

Mudam palavras como: inspe(c)ção - inspeção
                                    a(c)tivar - ativar

Mantêm-se: facto
                  característica

Ou seja, foram eliminadas apenas as consoantes mudas, neste caso, o "c".

E será que o "p" faz assim tanta falta no "ótimo"?

2 comentários:

  1. Em óptimo talvez não faça muita falta mas em optimizar faz, acho eu...

    E que me diz de "pára" que perde o acento?

    Passe pelo Muito suave, veja o post sobre este tema e deixe-me o seu comentário.

    http://muitosuave.blogspot.com/

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  2. Olá Pericles,
    De modo geral, o acordo não me choca. Acredito que a escrita tem de evoluir e acompanhar os tempos, de contrário ainda escreveríamos pallavras com lêtras dobradas, muitos acêntos circunflexos e ph em vez de f, por exemplo. O caso específico do para/pára é, quanto a mim, uma opção infeliz, pois provoca, de facto, confusão na leitura.
    ex: Para lá (além de)de me incomodar / Pára lá (imperativo)de me incomodar!
    Vou espreitar o seu blog, é claro e obrigada pela visita ao Lugar do Texto.

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