lugar do texto
Revisão de textos académicos, literários e técnicos
Produção de conteúdos de escrita
(letras de canções, slogans publicitários, discursos de homenagem, biografias, etc.)
VERA DE VILHENA
(autora, revisora de texto, coordenadora de oficinas de escrita criativa, vencedora do Prémio Revelação APE/Babel)
DESEJA FAZER UMA EDIÇÃO DE AUTOR OU ENVIAR UM ORIGINAL PARA UMA EDITORA? LEMBRE-SE DE QUE NÃO HÁ UMA SEGUNDA OPORTUNIDADE PARA CAUSAR UMA PRIMEIRA BOA IMPRESSÃO... NÃO SE PRECIPITE E CUIDE DA REVISÃO DA SUA OBRA COM A "LUGAR DO TEXTO"
"Uma grande surpresa, tanto na composição como na escrita. Compôs e escreveu duas canções que me assentam como uma luva. Fonte de delicadeza e elegância, assim defino a Vera de Vilhena, como pessoa e como artista."
RITA GUERRA
quarta-feira, 30 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
O revisor
Vejam como um pormenor pode deitar tudo a perder:
Conheço pelo menos duas pessoas que viram os seus originais recusados, pelo simples facto de, na folha de rosto de apresentação da obra, terem escrito "concelho" em vez de "conselho" e "entitulados" ao invés de "intitulados". Por vezes, é quanto basta para um editor pôr de lado um original, sem o ler.
Se pretende ser publicado, comece por aí: certifique-se em relação a vícios de escrita, palavras repetidas, expressões incorrectas ou coloquiais, clichés, erros de concordância, ideias repetidas, pontuação, etc.
A importância de um revisor reside precisamente nesses aspectos: em ser uma terceira pessoa que nunca leu o seu texto e que irá fazer uma leitura racional, frase a frase, encontrando, sem grande dificuldade, evidências que a si passaram despercebidas. Porquê? Porque está treinado para tal e porque o autor, de tantas vezes o ter lido, focando a atenção noutras questões (como apresentar uma ideia ou contar uma história) se tornou incapaz de reparar em certos detalhes. O revisor trata da parte menos agradável de um texto, pois é um trabalho técnico, de finalização. No entanto, sugere-lhe alternativas caso a caso, pelo que só terá de as incorporar na versão final!
Preço: 3.50 Eur/pág. (nº de caracteres por pág: 1800)
Pagamento por transferência bancária, à medida que o trabalho for sendo entregue.
Normas do acordo ortográfico: opcional
Todo o processo será tratado via E-mail.
veravilh@gmail.com
Todo o processo será tratado via E-mail.
veravilh@gmail.com
terça-feira, 15 de maio de 2012
quarta-feira, 25 de abril de 2012
MAL E PORCAMENTE
De onde vem a expressão "mal e porcamente"?
Significado: de modo imperfeito, muito mal.
Origem: a expressão inicial não era esta, mas sim, "mal e parcamente" - como nem todos compreendiam, por não conhecerem o advérbio de modo - deu-se, talvez pelo povo, a corruptela e o "parcamente" passou a "porcamente". Se formos a ver, "mal e parcamente" faz muito mais sentido, certo? :) E perdoemos os porcos, coitados, que não são para aqui chamados e serão, decerto, bem capazes de fazer o que têm a fazer nas suas humildes vidas de porcos.
"Mal e parcamente", uma expressão idiomática que podem sempre divulgar nos vossos textos, sob a forma original, e... fazerem boa figura!
domingo, 22 de abril de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
J.K. ROWLING
O primeiro livro de JK Rowling, destinado a adultos, vai ter o título de “The Casual Vacancy” (“A vaga casual”).
A autora de Harry Potter já tinha revelado, em Fevereiro, que estava a trabalhar num novo livro, em tudo diferente do que tinha habituado o público.
O enredo gira à volta da morte surpreendente de Barry Fairweather, que choca os habitantes de Pagford. A editora Little, Brown & Co diz que a história tem um fundo negro e que prima por surpreender a toda a hora.
A obra será publicada em todo o mundo, não só em forma física, como em formato e-book (livro de acesso electrónico) e através de download de áudio e CD, no dia 27 de Setembro
(Notícia retirada do Ionline)
Imagem: Já que falamos de ficção, cliquem na foto da autora e vejam bem o quão irreais o Photoshop pode tornar as pessoas...que exagero e que disparate...!
terça-feira, 10 de abril de 2012
Máquinas de escrever
A primeira máquina de escrever foi patenteada pelo inventor inglês HENRY MILL em 1714, com o intuito de criar uma máquina capaz de transcrever cartas. O italiano Pellegrino Turri introduziu, em 1808, o sistema de teclado. Desde então, foram evoluindo, transformando-se alguns dos melhores modelos em verdadeiras peças de colecção. Eis alguns dos mais belos exemplos...
1715
1873
Remington, 1876
Remington, 1878
1889
A primeira máquina portátil, 1907
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