lugar do texto

Revisão de textos académicos, literários e técnicos
Produção de conteúdos de escrita
(letras de canções, slogans publicitários, discursos de homenagem, biografias, etc.)

VERA DE VILHENA
(autora, revisora de texto, coordenadora de oficinas de escrita criativa, vencedora do Prémio Revelação APE/Babel)

DESEJA FAZER UMA EDIÇÃO DE AUTOR OU ENVIAR UM ORIGINAL PARA UMA EDITORA? LEMBRE-SE DE QUE NÃO HÁ UMA SEGUNDA OPORTUNIDADE PARA CAUSAR UMA PRIMEIRA BOA IMPRESSÃO... NÃO SE PRECIPITE E CUIDE DA REVISÃO DA SUA OBRA COM A "LUGAR DO TEXTO"



"Uma grande surpresa, tanto na composição como na escrita. Compôs e escreveu duas canções que me assentam como uma luva. Fonte de delicadeza e elegância, assim defino a Vera de Vilhena, como pessoa e como artista."
RITA GUERRA
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quinta-feira, 17 de maio de 2012

O revisor

Vejam como um pormenor pode deitar tudo a perder:
Conheço pelo menos duas pessoas que viram os seus originais recusados, pelo simples facto de, na folha de rosto de apresentação da obra, terem escrito "concelho" em vez de "conselho" e "entitulados" ao invés de "intitulados". Por vezes, é quanto basta para um editor pôr de lado um original, sem o ler. 
Se pretende ser publicado, comece por aí: certifique-se em relação a vícios de escrita, palavras repetidas, expressões incorrectas ou coloquiais, clichés, erros de concordância, ideias repetidas, pontuação, etc. 
A importância de um revisor reside precisamente nesses aspectos: em ser uma terceira pessoa que nunca leu o seu texto e que irá fazer uma leitura racional, frase a frase, encontrando, sem grande dificuldade, evidências que a si passaram despercebidas. Porquê? Porque está treinado para tal e porque o autor, de tantas vezes o ter lido, focando a atenção noutras questões (como apresentar uma ideia ou contar uma história) se tornou incapaz de reparar em certos detalhes. O revisor trata da parte menos agradável de um texto, pois é um trabalho técnico, de finalização. No entanto, sugere-lhe alternativas caso a caso, pelo que só terá de as incorporar na versão final!

Preço: 3.50 Eur/pág. (nº de caracteres por pág: 1800)
Pagamento por transferência bancária, à medida que o trabalho for sendo entregue.
Normas do acordo ortográfico: opcional
Todo o processo será tratado via E-mail. 
veravilh@gmail.com

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Autoria

O poema "Muere Lentamente", atribuído por engano a Pablo Neruda, circula há anos na Internet sem que nada nem ninguém seja capaz de deter a bola de neve, ao ponto de, em Espanha, muitas pessoas terem recebido esses versos como votos online de um feliz Ano Novo:
"Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajeto..." 


Assim começa o poema que não se chama Morre Lentamente, mas A Morte Devagar, e não é do poeta chileno como assegurou a Fundação Pablo Neruda, mas da escritora e poeta brasileira MARTHA MEDEIROS. Não é "Muere Lentamente" o único "falso Neruda" que encontram os internautas. Também costumam atribuir ao autor do Canto Geral os poemas "Queda Prohibido" (que é de Alfredo Cuervo, escritor e jornalista espanhol), e "Nunca Te Quejes", autor desconhecido para a Fundação Pablo Neruda.

Este é um dos problemas do uso indiscriminado e ingénuo da Internet: uma ferramenta maravilhosa de informação, mas também uma terrível fonte de desinformação, quando utilizada sem reservas. 

Outro boato que circula há cerca de um ano é o de que o texto "A Geração à Rasca - Por Nossa Culpa" foi escrito por Mia Couto: não é verdade. Para confirmarem o rumor, aqui fica o link do texto original, no blog ASSOBIO REBELDE